OBVIAMENTE, NADA

Alguma comunicação social dá conta de que, afinal, sempre houve pressões no “processo Casa Pia”.
Recapitulemos: Os investigadores Rosa Mota e Dias André acusaram o dr. Artur Pereira, à data director-nacional adjunto da Polícia Judiciária, de os ter pressionado no sentido de proteger o suspeito Carlos Cruz. Ferido na sua honra e dignidade, o dr. Artur Pereira puxou dos galões e, legitimamente, instaurou um processo disciplinar aos seus dois subordinados. Não sei o que lhes aconteceria se se provasse a difamação – para não lhe chamar outra coisa.
Mas agora, ao fim de quase três anos, o resultado do processo disciplinar é conhecido: os investigadores foram isentos de culpa porque, segundo se apurou, sofreram mesmo pressões do seu superior hierárquico.
Não sei o que aconteceria aos investigadores, repito, mas sei, por experiência própria, que não seria nada de bom; no enttanto, sei o que vai acontecer ao dr. Artur Pereira: nada.
Obviamente.

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