REFLEXÕES NATALÍCIAS…

Aproxima-se o Natal.
Tradicionalmente, o Natal está associado ao nascimento de Jesus. Há toda uma envolvente religiosa em torno da quadra que, no entanto, está a voltar às suas verdadeiras raízes: o paganismo. Cada vez mais o Natal se está a tornar menos uma festa litúrgica e mais uma festa para os comerciantes.
O Natal é uma festa pagã, e Jesus – o Jesus histórico – terá nascido em 3 de Março, SEIS ANOS depois da data que é atribuída. O “Jesus divino” nunca existiu. Pelo menos nunca ninguém conseguiu provar a sua existência.
Antes da Era Comum, a que muitos chamam, erradamente, “antes de Cristo”, já se festejava o ” Natalis Solis Invictus “, ou seja, o nascimento do sol invicto. Vamos até à Wikipédia:

“Sol Invictus (Sol Invicto, em latim), também conhecido pelo nome completo, Deus Sol Invicto (Deus Sol Invictus), era um título relígioso que foi aplicado a três divindades distintas durante o Império Romano tardio. Ao contrário de outros, o culto agrário de Sol Indiges (“Sol na Terra”), o título Deus Sol Invictus foi formado por analogia ao título imperial pius felix invictus (“pio, feliz, invicto”). O título foi introduzido pelo Imperador Heliogabalo, durante a sua tentativa abortada de impor um deus Elagabalo Sol Invicto, o deus sol da sua cidade natal Emesa na Síria. Com a morte do imperador em 222 d.C., contudo, o seu culto esvaneceu-se. Em segundo instante, o título invictus (“invicto”) foi aplicado a Mitra em inscrições de devotos. Também, aparece aplicado a Marte. Finalmente, o imperador Aureliano introduziu um culto oficial do Sol Invicto em 270 d.C., fazendo do Deus Sol, a primeira divindade do império. Contudo não oficialmente identificado com Mitra, o Sol de Aurélio tem muitas características próprias do Mitraísmo, incluíndo a representação iconográfica do deus com juventude sem barba. O culto de Sol Invicto continuou a ser uma base do paganismo oficial até ao triunfo da cristandade – antes da sua conversão, até o jovem imperador Constantino tinha o Sol Invicto como a sua cunhagem oficial. Do culto ao Deus Sol, atualmente só permanece a data, 25 de Dezembro, que era o dia de adoração dos romanos a este deus saído das cavernas e cujo dia de celebração os cristãos aproveitaram para consagrar como sendo o dia do nascimento de Cristo por ele ter sido declarado “a luz do mundo”, sendo assim, para contento do Imperador recém-convertido declarado o tal dia, mas não há nenhuma relação do Catolicismo com o Mitraísmo.
Com efeito, à medida que os dias iam sendo mais pequenos e as noites maiores, os antigos pensavam que os espíritos da noite iam derrotar o sol. Por isso, costumavam pendurar, nas árvores, cordas ou fitas com pedras que, com o vento, balançavam e faziam barulho, “afugentando” os espíritos. Agora, você já sabe como foi “inventada” a árvore de Natal.
Na boa tradição romana, as religiões dos adversários nunca foram combatidas. O que quer dizer que os cristãos não foram perseguidos pela religião, mas pelo uso que faziam dela: a subversão. Aliás, a história ensina-nos que os cristãos sempre fizeram mau uso da religião. Basta que nos lembremos das Cruzadas, da Santa Inquisição, e das “piedosas” Missões.
Assim, quando Constantino “criou” a igreja católica, não impôs o cristianismo; pelo contrário, pegou nos rituais pagãos e adaptou-os ao cristianismo. Por exemplo, e contrariando a Bíblia que diz que Jeová descansou ao sábado, instituiu o descanso semanal ao domingo – dia que os pagãos dedicavam ao sol (donde acha que vem o nome inglês “Sunday”, e o alemão “Sontag” – dia de sol?). Do mesmo modo, e porque no 1º Concílio de Nicéia, ficou decidido que Jesus era filho de Jeová, igualmente ficou decidido que teria nascido a 25 de Dezembro – data em que os pagãos festejavam o ” Natalis Solis Invictus “. Ou seja, o Solstício de Inverno. Não nos esqueçamos que a 25 de Dezembro e de virgens, nasceram, muito antes de Jesus, de alcunha “Cristo”: Hórus, filho de Isis Meri; o seu nascimento foi acompanhado por uma estrela a Este; que por sua vez, foi seguida por 3 reis; aos 12 anos, era uma criança-prodígio; aos 30 anos foi batizado por Anup; tinha 12 discípulos; curou enfermos, andou sobre as águas; foi traído por Tifão, crucificado e enterrado; ressuscitou 3 dias depois. Isto aconteceu 3000 anos Antes de Cristo.
Esta história repete-se com Atis da Frígia, nascido da virgem Nana a 25 de Dezembro; Krishna, na Índia, nascido de uma virgem; Dionísio, da Grécia; Mitra, da Pérsia.

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