O CANDIDATO

Tenho seguido atentamente as movimentações para as eleições presidenciais nos Estados Unidos da América (EUA). Esta coisa da política externa sempre me interessou. Por isso é que percebo cada vez menos.
Eu julgava que nos EUA havia, actualmente, dois candidatos mais destacados: John McCain e Barak Obama. Parece que haverá mais um, mas não sei Cain – perdão! quem é. Ora, afinal, eu estava enganado. Porque só na Convenção Democrata (acho que é assim que se chama..) realizada há dias é que Mr. Obama foi nomeado candidato. E, o que é sumamente importante, Mr. Obama aceitou.
Olha. E eu que pensava que Barak Obama tinha andado pelos EUA a dizer que queria ser presidente… Afinal não, porque ainda não tinha sido nomeado candidato. Então… andou a fazer o quê? Turismo? Para turista, estava a dar muito nas vistas, acho eu.
Já agora: e se Barak Obama não tivesse aceitado a nomeação? Hmmm?
A sério. Isto da política é muito complicado. Por isso, acho que não há nada como o nosso Portugal. Criam-se uns tabus, “hoje não sou candidato mas amanhã vamos a ver”, e aparecem mais cantidatos que as mães. E são logo candidatos desde o princípio, desatam logo a fazer campanha. Nos EUA é sempre a mesma coisa: primeiro fazem campanha eleitoral; depois é que são designados candidatos.
Alguém me explica?

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