

Face à recente vaga de assaltos, que tem assolado Portugal, a Oposição ao actual Governo exigiu a demissão do Ministro da Administração Interna (MAI). Jogada meramente política, está bem de ver – embora seja verdade que as forças de segurança não têm dado resposta cabal à crescente onda de crimes – cada vez mais violentos. Em resposta, o sr. ministro apressou-se a proclamar, “urbi et orbi”, que não se demitirá enquanto o país precisar dele.
Ora bem, várias hipóteses se colocam: ou o sr. ministro apanhou demasiado sol na moleirinha, ou tem um conceito megalómano de si próprio (excesso de auto-estima, talvez…), ou alguém lhe disse que o país precisava dele (o que já é grav
e) e ele acreditou (o que é ainda mais grave).
Porque, sr. ministro: de pessoas como V.ª Ex.ª está o país farto!
Há mais de trinta e quatro anos.
O PAÍS PRECISA "DISTO"????
23 08 2008Comentários : Leave a Comment »
Categorias : POLÍTICA, SEGURANÇA
CUIDADO COM AS ECONOMIZADORAS… (II)
15 01 2008Felizmente que ninguém encosta a cabeça aos televisores, senão bem poderiam vomitar as tripas, sem saber o porquê e verem-se cheias de dores de cabeça, também sem saberem o porquê…
Mas eu tinha estado com a cabeça a menos de um palmo daquele “gerador” de 40.000Hz …
E vai de pensar em experimentar algo mais com aquela lâmpada.
Como disponho de um detector de raios Alfa, Beta e Gama, coloquei-o ao pé durante 24 horas, mas ele não se moveu. Parece que emissão de raios-x, poderia ser posta de parte, pelo menos para a sensibilidade do instrumento que o fim de escala, só indica 150 mR, sendo R a unidade Roentgen, e é a intensidade de raios-x que uma pessoa apanha ao fazer uma radiografia ao tórax.
Nesse mesmo dia, tendo encontrado na NET, via MSN, o nosso colega CT1UT, que possui um receptor que pode receber esta frequência e até mais baixas, logo o pus ao corrente do facto e ele, de imediato, ligou o rádio e com um palmo de fio ligado à sua entrada de antena, logo verificou um sinal potentíssimo de fundo de escala aquela frequência. Como é óbvio, ficou intrigadíssimo e foi experimentar outras que já tinha em casa e até se lembrando de que sua esposa há vários dias se estava a sentir muito incomodada com imensas dores de cabeça e as já referidas tonturas, náuseas, etc.
Uns dias depois destas experiência, tive de visita uma senhora de meia idade que se estava a queixar de tremendas dores de cabeça, às tantas da noite e madrugada, com muita agonia, tonturas e vómitos e não encontrava explicação para aquilo.
Vai daí eu lhe perguntar se por acaso, ela não estaria a usar uma lâmpada de gás, por perto, ao que ela logo me confirmou e mais, dizia que ficava tão incomodada, que até chegava a voltar ao sono, mas com terríveis sonhos sem pés nem cabeça…e até dormia sem desligar a “malvada” lâmpada…
Deste facto insólito, não se vê qualquer informação a público, pelo que é muito possível que esteja a haver muita gente a ser “bombardeada” com estas ondas supersónicas e certamente que nem os médicos saberão do que se trata ainda, por serem lâmpadas que só agora se estão a tornar populares.
Na realidade, os 220V da rede, entram nelas e põem a oscilar um gerador miniatura, para que se consiga obter a alta tensão necessária à ignição das lâmpadas.”
Antes de mais, há que elogiar a veia literária e a imaginação do autor. Nunca ninguém, julgo que nem mesmo Freud, que se dedicou ao assunto, conseguiu descrever, com tanta riqueza de pormenor, um simples sonho – por mais pesadelo que seja.
Vamos abreviar: uma consulta na Net, permite-nos concluir que uma lâmpada economizadora mais não é do que uma vulgar lâmpada de gás de mercúrio – tal como as igualmente vulgares lâmpadas fluorescentes. As únicas diferenças consistem em utilizar um casquilho convencional em vez da armadura de fixação, e um balastro e arrancador electrónicos embutidos na própria lâmpada.
Lâmpadas de vapor de mercúrio? Já as vi na Escola Prática de Infantaria, em Mafra, nos idos de 1964.
As lâmpadas economizadoras são fabricadas por empresas de renome e que, certamente, submetem os seus produtos a rigorosas testes.
Espanta-me que de todas as empresas que aconselham as referidas lâmpadas, incluindo as associações ambientalistas, nenhuma se tenha dado ao cuidado de medir os perigos de tais lâmpadas; e espanta-me que o autor do “estudo” não tenha enviado as suas conclusões para uma dessas entidades - talvez o Ministério da Saúde, pois se trata de um caso de saúde pública – e prefira publicá-lo da Net, correndo o risco de tão importante alerta cair, inexoravelmente, numa qualquer “junke box”.
Talvez não seja má ideia, entretanto, analisar detalhadamente a mensagem.
1) – O autor afirma que a vinda do calor, este ano o incomodou. Julgo que se refere a 2007. Vinda do calor? Em 2007? Será que o homem dorme com uma lareira no quarto? Como foi que se aguentou nos anos em que houve mesmo calor?
2 – “mas o que é certo é que acordei às duas da madrugada e sem sono nenhum, coisa que me é muito rara.
Assim, acendi novamente a luz e estive a ler uma meia hora, até que a apaguei e voltei a apanhar o fugidio sono.. “ A ver se nos entendemos: “como gosto muito de ler deitado na cama, logo após ao pequeno-almoço, ali muito confortavelmente instalado,” Gosta de ler logo após o pequeno-almoço e acordou às duas da manhã? A que horas se toma o pequeno-almoço naquela casa? Ou adormeceu após o pequeno-almoço e só acordou às duas da manhã? Se assim for, não é de estranhar.
Obviamente, estou disposto a rever a minha posição, logo que haja dados concretos e irrefutáveis de prejuízo para a saúde; para já, vou continuar a acender a minha lâmpada economizadora logo que as condições de luz o exigirem. O que faço há quase dois anos (e acho que não estou maluco nem tenho pesadelos).
Finalmente: alguém, de bom senso, compra uma lâmpada economizadora das lojas dos chineses?
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CUIDADO COM AS ECONOMIZADORAS…
15 01 2008A Internet, já o disse e não me canso de repetir, é um mundo. Acontece que, tal como todas as outras invenções, pode ser utilizada de várias maneiras. Vamos fazer um exercício maniqueísta, e dividir esses usos em dois: ou bons e os maus (porque depois há os usos assim-assim, os nem bons-nem-maus, etc).
Dentre os bons, destaco algumas anedotas, uns filmes de partir o coco a rir, e as boas notícias. Sim, porque também vai havendo boas notícias. Dentre os maus, saliento o spam e… os boatos alarmistas.
Sabemos que o ser humano tem tendência para acreditar. Há quem acredite em bruxas, há quem acredite em deuses, nos políticos, na Justiça, no merceeiro… acredita-se porque sim. Do outro lado, estão os que sabem explorar essa tendência inata para a crendice: as bruxas, cartomantes, videntes, padres (alguns deles também acreditam, mas isso é outra conversa), políticos, merceeiros, etc. E há os “Chico-espertos, claro. E há, também quem, não tendo mais que fazer, se distraia criando boatos alarmistas. Ainda não consegui descobrir qual é o prazer, porque esses tipos são egoístas e não querem que os outros gozem como eles.
De vez em quando, ei-los que chegam à minha caixa do correio: ou é o vírus perigoso que destrói o disco rígido e que é mandado por alguém da nossa lista de endereços (só não consegui saber como é que, com um disco rígido destruído se podem mandar mensagens, mas a informática está muito avançada), ou é o Laurel Sulfato de Sódio contido em determinadas pastas dentífricas e determinados champôs que espalham o vírus do cancro (como se o cancro fosse transmitido por vírus!), ou é o desgraçadinho que está às portas da morte e precisa de um sangue raríssimo para sobreviver (pela parte que me diz respeito, a primeira dessas mensagens recebi-a há cerca de dois anos; para quem está às portas da morte, é um caso raro de sobrevivência. Ou está à espera da transfusão, para morrer com sangue novo).
Etc.
Escusado será dizer que essas mensagens têm um caminho, quando aqui aparecem: lixo!
A última diz respeito às lâmpadas economizadoras. Presumo que algum comerciante, vendo o armazém cheio de lâmpadas convencionais, vendo-se em risco de ter de as guisar com batatas (até é capaz de não ser muito mau…) decidiu-se pelo contra-ataque: comparando com as lâmpadas economizadoras, a bomba de neutrões é inofensiva e pode oferecer-se a uma criança como prenda de Natal.
Vamos à mensagem:
“O aparecimento das lâmpadas economizadoras, a gás, veio a despertar-me, assim como a toda a gente, certamente, um certo entusiasmo.
No entanto, o seu preço estava tão elevado, que levou muito tempo até que viesse a comprar uma, por a ter encontrado numa loja dos Chineses, bastante mais barata…
Mas, ao contrário do que estava à espera, pelo menos esta que comprei, não me deixou em nada entusiasmado, porque a sua branco/azulada cor, não me era nada agradável à vista…e assim, foi guardada de lado, durante muito tempo.
Todos nós sabemos que as chamadas Fontes Comutadas, irradiam estas frequências, mas felizmente que estão blindadas, o que não acontece com as lâmpadas…
Mas aqui há pouco tempo, como gosto muito de ler deitado na cama, logo após ao pequeno almoço, ali muito confortavelmente instalado, desde há muitos anos que tenho sido iluminado por uma lâmpada vulgar de 25W, porque a luz chega e até sobra, porque ela está a um palmo da minha cabeça, e fixada às costas da cama, no seu alçado.
Acontece porém, que a vinda do calor, este ano, me começou a desagradar o calor desta lâmpada vulgar de filamento de tungsténio, e pensei que estaria na hora de ir experimentar a lâmpada de gás, de 8W, com aquela luz fria e assim fiz.
Ainda não sei porquê, até porque a véspera tinha sido passada exactamente da mesma forma que todos os outros dias, mas o que é certo é que acordei às duas da madrugada e sem sono nenhum, coisa que me é muito rara.
Assim, acendi novamente a luz e estive a ler uma meia hora, até que a apaguei e voltei a apanhar o fugidio sono..
Mas aqui começou o que chamei de muito insólito !
De imediato, apareceram pesadelos terríveis e extremamente confusos, tendo a sensação de que estava atacado da doença de Alzeimer, pois já nem sabia o porquê de estar ali em terras tão estranhas, com gente totalmente desconhecida, num ambiente de pobreza extrema, com muita porcaria à minha volta e sem saber quem era nem para onde queria ir…
Eu tinha a consciência de que me queria dirigir para Lisboa…quando vivo em Benavente… mas quando perguntei a umas pessoas presentes, elas me disseram que estava muito longe de Lisboa e nem transporte para lá tinha…
Passados tantos dias, ainda esses sonhos me estão presentes e sou capaz de os descrever com minúcia, coisa que não me era nada habitual.
Como, no pesadelo, ninguém me conseguia orientar, entrei numa tasca horrenda, onde me dirigi ao taberneiro, pessoa muito magra e de barba por fazer, com cara de drogado… e lhe perguntei se teria um mapa da região, para me poder orientar e ele me disse que sim, pelo que foi buscar um escadote e marinhou a um pequeno sótão cheio de lixo e de lá me trouxe uns papeis tão velhos e cheios de pó, que nada entendia…
Quando saio à porta, vejo água, muita água e perguntei o que era aquilo, ao que me disseram ser o Rio Tejo.
Bom, pensei eu, só tenho de ir por aqui abaixo a pé por entre estes barrancos e lama, até encontrar algum caminho onde pudesse pedir boleia.
Havia túneis muito escuros, por onde eu corria, mas não me levavam a sítio algum…
Finalmente, depois de muita confusão, eu ainda sabia que tinha algum dinheiro na algibeira e ao tentar ir a correr à procura de um carro que vira ao longe, acordei…
Irra, figas diabo…mas que bruto pesadelo e mais surpreendido fiquei ao olhar o relógio, pois eram 10 da manhã ! Assim, tinha estado 6 horas naquele sofrimento !
Mas que diabo me teria acontecido ?
A única coisa de diferente, em muitos anos, tinha sido o uso da lâmpada e vai de ir estudá-la.
Pego nela e levo-a para o meu pequeno “laboratório”, onde a acendo e aproximo um contador de frequência que logo dispara para cerca dos 33.943 Hz !
Como seria possível tanta potência naquela nota supersónica, que me esteve a “bombardear” o cérebro naquela meia hora ???!
Só podia ser daquilo, até porque muita gente sente náuseas, vómitos e dores de cabeça, ao estar na presença de um apito supersónico, como acontece a algumas pessoas, com o apitar dos transformadores de linhas dos televisores, que funcionam e irradiam a frequência de 15725 Hz.
(continua)
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FUMADORES, FUNDAMENTALISMOS, ETC
4 01 2008O meu companheiro de “bloguices (e muito querido irmão) João Moreira publicou, no seu novo blogue “Vai-me à Loja“, um interessante artigo acerca da recente “lei do tabaco”. De acordo com o bloguista, trata-se de um exemplo de uma pequena ditadura isto porque, no seu entender, ao comprar tabaco está a contribuir para os cofres do Estado. Logo, tem o direito de fumar onde muito bem lhe apetecer, já que, sendo fumador, não pode – nem deve! acrescento eu – se
r considerado cidadão de 2ª. Como ex-comprador de cigarros que sou (julgo que, a partir de agora, poderei ser considerado ex-fumador), não pude deixar de comentar o artigo.
Por isso, depois de ler o artigo venha até aqui. Para ler o comentário que deixei, e que é:
O fundamentalismo, seja ele de que tipo for, é sempre uma atitude que enviesa o raciocínio e embota a razão. Veja-se, por exemplo, o recente discurso do Patriarca de Lisboa, que atribui ao ateísmo e à laicidade todas as desgraças do mundo. Esqueceu-se,
precisamente por se encontrar com o raciocínio embotado, da Inquisição, das Cruzadas, das inúmeras “guerras santas”, dos que em nome de Allah se fazem explodir todos os dias, e daqueles milhões que morreram às mãos de um Deus insano, psicopata e odioso (ler a Bíblia), em contraposição com os ZERO mortos em nome do ateísmo, embora não possa negar que houve e continua a haver ateístas assassinos, bem como religiosos humanistas; mas os ateus já foram perseguidos por não serem religiosos, e não me recordo de algum religioso ter sido perseguido para se tornar ateu. Pois bem, para não ficarmos com a mente perturbada, como o Zé Policarpo, tentemos raciocinar com calma e lucidez.
Desde logo, a lei que recentemente entrou em vigor nem é “lei anti-tabaco” nem “lei anti-fumadores”. Se alguém lhe chamou “lei anti-tabaco” deve ter sido qualquer um jornalista possivelmente tão lúcido como o Zé Policarpo. Como dizes – e eu assino por baixo – para ser lei “anti-tabaco” era preciso que houvesse proibição desse mesmo tabaco – preparação, manipulação, fabrico de cigarros e outros produtos de tabaco, etc.; mas, para ser lei “anti-fumadores”, tinham estes de ser impedidos de fumar – o que não é minimamente verdade. Trata-se, então, de uma lei “pró não-fumadores”, o que é diferente.
Desde que o homem começou noção dos seus direitos que logo estes começaram a conflituar com os direitos dos restantes. Sempre foi assim, e sempre assim há-de ser. Não é do meu tempo, mas deve ter havido uma época em que os homens andavam com as “pendurezas” à mostra. E tudo corria bem, até que, por inveja ou complexo de inferioridade, alguém entendeu que não tinha obrigação de ser constantemente confrontado com as “pendurezas”
alheias. Daí até ao corte do direito que todos tinham de exibir os seus atributos, foi um passo de pardal. Claro que, na altura, os jornais nem uma linha publicaram acerca do assunto – e não foi por causa da censura: foi porque não havia jornais.
No fundo, é disso que se trata: os fumadores têm todo o direito de fumar, as vezes que lhes apetecer, as quantidades que lhes apetecer; mas os não fumadores têm o direito de não levar com o fumo do tabaco nas trombas. E é isto, apenas isto, que a lei protege – ou quer proteger.
Há anos, circulava pelas repartições públicas um panfleto engraçado. Dizia, mais ou menos, isto: “Você gosta de fumar, eu gosto de beber cerveja; o resíduo do seu prazer, ao fumar, é o fumo; o resíduo do meu prazer em beber cerveja, é a urina. Você deita o seu fumo para cima de mim; gostava que eu lhe mijasse para cima?”
Já agora: alguém se está a preocupar com outros importantes direitos que estão a ser retirados? Refiro-me, só, e por exemplo, ao constitucionalmente estabelecido direito à saúde.
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O DÍSTICO
3 11 2007Ao que parece, o nosso querido Governo prepara-se para mais uma originalidade. Repito “ao que parece”, pois só disponho dos dados publicados pela comunicação social.
Assim, de acordo com o que tenho lido e ouvido, o Governo prepara-se para deitar cá para fora mais uma lei destinada a combater a sinistralidade na estrada. Como? Aplicando, nos veículos, um dístico que poderá ser verde, laranja ou vermelho, conforme o condutor seja bom, assim-assim ou perigo ambulante. Pretende-se, deste modo, premiar os condutores cautelosos e punir, pela vergonha, os assassinos encartados.
Até aqui, parece tudo bem, já que os critérios serão estabelecidos de acordo com os sinistros participados às seguradoras, as quais fornecerão a uma entidade reguladora os dados que permitirão, a essa entidade, fornecer os dísticos respectivos.
Vamos aos problemas. O dístico é fixo:
1) – sou casado, condutor nabo e, como sou pobrezinho, só tenho um carro; minha mulher, excelente condutora, também conduz o mesmo carro. Que dístico deve ser aplicado?
O dístico é móvel, podendo ser alterado de acordo com o condutor de momento:
2) – o que me impede de conduzir com o dístico da minha mulher?
Depois, há outro problema: estamos em Portugal, onde os julgamentos são feitos, por norma, na via pública. O que me acontecerá se eu sofrer um acidente – em que a culpa seja de um condutor “verde”?
Pelo que proponho o seguinte: como o País tem muito dinheiro ( e tem! Está é mal distribuído) que o Governo me forneça um carro, para que eu possa, alegremente, ir batendo aqui e ali, enquanto a minha mulher conduz prudentemente.
Ou então, adopte-se o sistema de pontos, tal como se usa em Espanha.
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