Não há direito!!!
Afinal, o concurso “Miss Freira”, que estava a ser realizado sem oposição do Vaticano, acabou por ser um imenso “flop”. O padre António Rungi,
provavelmente com medo de ir parar ao inferno (seja lá isso o que for) acabou por cancelar o concurso. Para grande frustração minha (e, presumo, de muito mais gente) que esperava ansiosamente por ver, com estes que o fogo há-de queimar, como eram as freiras “por dentro”. Ou seja, se sem o hábito elas seriam iguais às outras mulheres (que as mulheres ’seculares’ sei eu como são…), se se depilavam ou não, enfim se, tal como as mulheres
’seculares’ tinham as coisas certas nos sítios certos.
Ficará, espero, para outra ocasião…
O CONCURSO
27 08 2008Comentários : Leave a Comment »
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SAI MAIS UM…
3 07 2008

A hora é de alegria! Rejubilemos e cantemos hossanas.
Em breve, muito em breve, o católico país que é Portugal, disporá de mais um santo. Aumenta a concorrência, e quem lucra é, naturalmente, o consumidor. Milagres mais baratos e com garantia, velas mais pequenas, dízimos com desconto. Provavelmente, a edição de um cartão-milagre. A água-benta será bi-destilada e com o aval da ASAE.
Abaixo os monopólios, viva a sã concorrência. Prevê-se a extinção de alguns joelhómetros, que serão substituídos por hipódromos – o Nuno Álvares era cavaleiro…
Saiba tudo AQUI.
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GALILEU QUESTIONOU A EUCARISTIA?
16 06 2008Devida e vergonhosamente copiado do ateusbr.blogspot.com, aqui vai este interessantíssimo texto. Realmente, há coisas que é preciso saber…
Galileu simboliza a sabedoria cientifica, perseguida pelo fanatismo, o obscurantismo e a intolerância para com os cientistas.
Pois Galileu é o exemplo clássico do mártir que por ameaçar os interesses da Igreja, foi impedido de divulgar seus conhecimentos.
Mas que mesmo assim, teve coragem de se opor à fantasiosa infalibilidade dos dogmas.
Embora Galileu tenha descoberto que, Júpiter tem satélites que giram ao seu redor.
Tenha contestado que, a Terra é imóvel.
Tenha provado que, a Terra não é o centro do Universo.
Tenha mostrado que, os astros não estão confinados dentro de alguma esfera de cristal, que se encontraria a uma distancia fixa da Terra… Mas sim, povoam toda a vastidão do espaço.
Tenha ridicularizado a versão de que, os corpos celestes foram criados para o deleite dos humanos.
Tenha mostrado que, a Lua não é lisa e não tem luz própria.
E em 1628, com a ajuda dos eclipses, através do livro “Diálogo”, tenha defendido a teoria do polonês Nicolau Copérnico, que em 1543, após vários cálculos e observações, publicara o polemico livro “A Evolução das Esferas Celestes”, propondo que, o Sol é que é imóvel e não a Terra…
E alegado que, o Sol é que é o centro do nosso Sistema Solar…
O historiador italiano Pietro Redonti, com base em um documento existente no “Santo Ofício de Roma, remontou a história do julgamento de Galileu, ocorrido no século XVII, e provou que, o Galileu não foi condenado pelo atrevimento de defender abertamente a teoria onde o Nicolau Copérnico afirma que, é a Terra que gira em torno do Sol…
Um fato que na época era difícil de ser provado.
E que estava fora do alcance das massas.
Mas sim, por ter publicado diversos textos em italiano, a língua do povo, e não em latim, a língua destinada aos sábios.
O que tornou seus ensinamentos acessíveis a todos e uma ameaça à autoridade de Roma.
E principalmente por Galileu defender a idéia de John Wiclef (1324-1384), que negava a alquimia da Transubstanciação.
Apesar de João Huss já ter sido assassinado na fogueira, (em nome de Jesus), por defender que a Hóstia não substitui a Ceia do Senhor…
Galileu tendo compreendido que os átomos são imutáveis.
Negou o dogma da Eucaristia, onde o Pão e o Vinho, supostamente se transformariam no Corpo e no Sangue de Jesus.
E teve a coragem e a ousadia de contestar a versão de que, a Eucaristia (inventada em 831 e tornada dogma em 1215), possa transformar a Hóstia (um simples pão sem fermento), na carne e no sangue de Jesus.
Para provar que a Igreja Católica foi covarde, intolerante, fanática, não respeitou as opiniões contrarias.
E forçou Galileu negar suas convicções, apresentamos em anexo um trecho da “Confissão” que Galileu em 1633, foi coagido escrever, (sob ameaças de terríveis castigos), por ter tido a coragem e o atrevimento de revelar suas descobertas, assim como, ter tido a convicção de que a Terra gira em torno do Sol.
Eu, Galileu Galilei, tendo sido trazido pessoalmente ao julgamento e ajoelhando-me diante de vós, eminentíssimo e reverendíssimo Cardeais, inquisidores gerais da comunidade cristã universal contra a depravação herética; juro que sempre acreditei em cada artigo que a sagrada Igreja Católica, Apostólica de Roma, sustenta, ensina e prega.
E porque esse Sagrado Ofício ordenou-me que abandonasse completamente a falsa opinião, a qual sustenta que o Sol é o centro do mundo e imóvel, e proíbe abraçar, defender ou ensinar de qualquer modo a dita falsa doutrina. Com sinceridade abjuro, maldigo e detesto os ditos erros de heresia.
A fantasiosa transubstanciação
A palavra “Eucaristia” que significa “Ação de graças”, e que geralmente se associa com a “Transubstanciação”, é um dos sete sacramentos da Igreja católica, no qual, segundo a crença cristã, Jesus se acharia presente, com seu corpo, sangue, Alma e divindade, sob a aparência do pão e do vinho.
Pela teologia católica, a transubstanciação seria a alteração de substâncias, durante a Eucaristia e após a consagração dos elementos pão e vinho; onde o padre recita as palavras ditas por Jesus, “Isto é o meu corpo” e “isto é o meu sangue”; pois “inexplicável” e milagrosamente, o pão se transformaria na Carne de Jesus e o vinho no seu sangue…
Mas embora a “Ceia do Senhor” tenha sido celebrada na sua forma original por mais de 1000 anos.
Em 1200, a Igreja católica (por conta própria e sem qualquer justificativa), substituiu a cerimônia do pão e a do vinho, pela da suposta “Hóstia sagrada”.
A deturpação em questão foi oficializada em 1215, durante o Concílio de Latrão em Roma, quando o Papa Inocêncio III, interpretando (como lhe seria mais agradável), as palavras figuradas de Jesus “Isto é meu corpo e isto é meu sangue”! Criou o dogma da transubstanciação.
Em 1415, no Concílio de Constança, o Papa João XXIII retirou o vinho das celebrações da Eucaristia, onde se fazia à cerimônia do sacrifício do corpo e do sangue de Jesus e as Igrejas passaram a servir aos fiéis somente as Hóstias.
Em 1551, apesar de ter sido preciso florear as explicações para explicar o por que do sacerdote dar apenas o pão ao fiel, o que é uma clara desobediência ao mandamento do mestre, pois Jesus foi taxativo ao dizer “BEBEI DELE TODOS “.
A ordem em questão não pode, mas ser cumprida pelos católicos.
O Concílio de Trento tendo aprovado o dogma da transubstanciação, tornou a Ceia do Senhor um ato obsoleto e quase esquecido.
Pois a partir desse Concílio, qualquer sacerdote católico, através da Eucaristia e num passe de mágica, passou a transformar o trigo e a água existente na Hóstia: na carne, no sangue, na Alma e na suposta divindade de Jesus; com a imensa vantagem de tudo caber dentro de um minúsculo recipiente.
Já que Jesus foi explícito ao dizer que: quem não bebe o seu sangue não tem parte com ele e não terá a vida eterna…
Explique por que os católicos desprezam essa grande advertência?
E correm o risco de não conseguir a “Vida eterna”.
A “Hóstia consagrada” seria a carne de Jesus?

Para embromar que a Hóstia consagrada seria o “corpo de Jesus”, a Igreja católica inventou a lenda de que. Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viveram no Mosteiro de são Legoziano os monges de São Basílio.
E entre eles, um cuja fé parecia vacilante.
E que era perseguido pela dúvida de que a Hóstia consagrada fosse o corpo de Jesus e o vinho, o seu sangue…
Certa manhã, no que passou a ser conhecido como o “Milagre de Lanciano”.
O monge que celebrava a Santa Missa em rito Latino, (mesmo estando atormentado pela dúvida), após proferir as palavras da consagração, viu incrédulo, a Hóstia converter-se em carne e o vinho em sangue…
Para dar crédito à farsa do “Milagre de Lanciano”.
Primeiro a Igreja tentou criar uma confusão, alegando que o “milagre da Hóstia consagrada” não realizou-se cidade italiana de Lanciano, mas sim, num lugarejo chamado Cebreiro, que fica no “caminho de Santiago”.
Depois afirmou que a “relíquia” do milagre ainda estaria guardada na pequena capela lá existente, pois a relíquia seria um tesouro maior do que toda a riqueza do Vaticano.
E no dia 4 de março de 1971, a Igreja insistiu na versão de que, em novembro de 1970, a pedido dos frades menores conventuais, teria sido mandado fazer uma análise científica na Hóstia consagrada.
E que após meses de trabalhos, as análises da Hóstia consagrada, teriam revelado ao mundo os seguintes e “impressionantes resultados sobre a presença de Jesus na Eucaristia”.
Para espanto geral, e para o benefício de toda a humanidade, a Hóstia consagrada teria se transformado na carne. E o vinho consagrado se transformado no sangue de Jesus.
Todas as células e glóbulos do “sangue de Jesus” existente na Hóstia estavam vivos.
Além disso, tanto a carne como o sangue de Jesus, continuam frescos e incorruptos, como se eles tivessem sido recolhidos no presente momento, apesar de todos os séculos já transcorridos.
O sangue de Jesus existente na Hóstia consagrada encontra-se coagulado externamente em cinco partes; mas internamente o sangue continua líquido.
As porções coaguladas de sangue existente na Hóstia consagrada; têm tamanhos diferentes, mas todas possuem exatamente o mesmo peso, não importando se pesadas juntas, combinadas ou separadas.
O sangue existente na Hóstia consagrada é do grupo sanguíneo AB, raro na população do mundo, mas característico de 95% dos judeus.
A carne existente na Hóstia consagrada, onde foram feitos as pesquisas, pertence ao miocárdio, que se encontra no coração, e o coração é o símbolo do amor!
Além da carne e o sangue da Hóstia consagrada, serem do mesmo tipo sangüíneo (AB) e pertencem à espécie humana. Por coincidência, ambos são do mesmo tipo de sangue que foi encontrado no suposto Santo Sudário de Turim.
Se os átomos são imutáveis, como a Hóstia se transubstanciaria?
Além de ser um absurdo e uma heresia, que um simples Padre católico possa perdoar os “Pecados” dos que comungam. E permita que a Hóstia seja adorada.
O absurdo em questão não tem nenhum fundamento cientifico ou mesmo bíblico.
Pois o fato de Galileu ter esclarecido que os átomos são imutáveis.
Prova que a Eucaristia com Hóstia, (adotada pela Igreja católica), seria uma aberração, onde se ministra ao crente, apenas o pão.
Mas embora a “Eucaristia” seja aceita por bilhões de pessoas.
É seja de vital importância para a dogmática do catolicismo.
A “Hóstia sagrada”, que teve origem no paganismo, foi plagiada pela Igreja romana e entrou para a doutrina da Igreja brasileira. Não passaria de uma cópia da antiga festa pagã, onde a deusa Ceres era adorada como sendo a “descobridora do trigo”.
Se não bastasse que a Hóstia atual seja redonda e fabricada com trigo, na festa de Corpus Christi ainda é costume que o “Santíssimo Sacramento” seja levado às ruas em procissão, dentro de uma Patena de ouro, onde se representa o Sol.
Além de ser impossível conciliar a crença religiosa com a verdade e o saber cientifico.
Pois as religiões não acompanham o que vem ocorrendo no mundo e permanecem afastadas do progresso.
Para mostrar que a doutrina da Eucaristia transformou Jesus num simples biscoito feito de trigo, lembramos que a HÓSTIA tem o formato arredondado do Sol.
Que o Ostensório tem um desenho com raios solares.
E que a deusa Ceres era apresentada com uma espiga de trigo nas mãos.
Tendo o seu filho, o Deus Sol, se encarnado no trigo.
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À PROCURA DE DEUS
29 02 2008Bento XVI pede que fiéis encontrem Deus
Este pedido do Papa levanta uma série de questões, a saber:
- Só encontra quem procura.
- Se Deus está em toda a parte, para quê procurá-lo?
- Pode considerar-se perdida uma coisa que toda a gente sabe onde está?
- Se não está em toda a parte e é preciso encontrá-lo, é porque não é Deus.
- Não se pode encontrar o que é invisível.
- Se é preciso procurá-lo, é melhor não avisar as autoridades; elas não foram muito felizes no “caso Maddie”.
- O Papa esqueceu-se do lugar onde o deixou?
- Se o Papa não sabe onde Deus está, como podem os fiéis saber?
- Há quanto tempo é que Deus desapareceu?
- Não estará a jogar às escondidas?
- Pode ser que regresse em breve… Para já, há que não perder a esperança.
- Vamos rezar para que nada lhe tenha acontecido.
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O "DECÁLOGO" E A PEDOFILIA
29 12 2007Dizer-se que a Internet é um mundo, acaba por ser um lugar-comum. Não há, praticamente, nada que não possa ser encontrado na “net”. Apesar disso, porém, e paradoxalmente, a “net” ainda nos vai presenteando com algumas surpresas.
Quem, como eu, frequentou a catequese, ouviu, certamente, falar no “Decálogo” – assim chamado por serem dez os artigos que compõem a chamada “lei de Deus”; mas do que poucos ouviram falar, estou certo, foi no “Decálogo Básico Universal”, igualmente composto por dez artigos. Trata-se, como é facilmente compreensível, de um documento de circulação restrita, destinado a punir “severamente” os padres que cometam actos de pedofilia. Por isso, talvez não seja de estranhar a posição
do bispo de Tenerife (Canárias, Espanha), relativamente ao assunto: manifestamente, são as crianças as culpadas dos actos de pedofilia praticados pelos padres. Pelo que não se pode – nem deve! – censurar a Arábia Saudita, por exemplo, onde são as mulheres as culpadas das violações a que são sujeitas.
Quanto ao “Decálogo Básico” proponho uma leitura atenta, e uma comparação com casos que, esporadicamente, aparecem nos jornais. Por outras palavras: quantos padres, suspeitos de actos sexuais com menores ou adolescentes, se sentaram no banco dos réus ou, até, foram alvo de investigação criminal?
A Igreja Católica acredita que os casos de abuso sexual cometidos por religiosos são apenas pecado e, por isso, não denuncia os transgressores.
Num livro de um dos maiores pesquisadores do tema, o espanhol Pepe Rodríguez, autor de Pederastia na Igreja Católica, diz que, para encobrir os escândalos, a hierarquia romana aplica um “decálogo básico universal”, visando a proteger os religiosos. Confira abaixo:
1 – Averiguação discreta do ocorrido.
2 – Reconhecido o abuso sexual e constatado que a imagem da Igreja será prejudicada, iniciar acções dissuasórias com agressor e vítima. Os bispos dedicam-se ao convencimento das vítimas e de seus familiares, assegurando-lhes que o agressor foi punido e estaria arrependido, persuadindo-os a não perpetrarem a denúncia para não prejudicar a Igreja nem a si mesmos.
3 – Encobrimento dos fatos e do agressor antes que venham a público.
4 – Medidas para reforçar a ocultação. A hierarquia adopta um expediente canónico contra o agressor, apenas para defender-se de eventuais acusações de passividade.
5 – Negar o ocorrido. Sob o argumento de que o sacerdote, chamado por Deus, é um homem de virtude, uma figura sacra. Quando não é mais possível negar o fato, este é tratado como excepção.
6 – Defesa pública do agressor, ressaltando seus bons serviços prestados à Igreja. Apela-se para o sentimento cristão do perdão ao pecador arrependido.
7 – Desqualificação pública das vítimas e de suas condições.
8 – Atribuição paranóica de denúncia a campanhas orquestradas por “inimigos da Igreja”.
9 – Possibilidade de negociação com a vítima.
10 – Protecção do sacerdote agressor.
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