O VIDENTE… É evidente.

28 05 2008

Bom.

Parece que o “professor” Bambo caiu nas malhas da lei. Isto, a julgar pelas notícias.

Ora, parece que este facto devia levar-nos a profunda reflexão. Ou reflexões, para ser mais exacto.

Com efeito, o que se pode, desde já concluir, é que as pessoas precisam de “acreditar”. Seja no que for. Em último caso até acreditam nos políticos. Só que, como estes já não merecem grande crédito o “Zé Povo” vai acreditando em “Bambos” - e eles proliferam por aí. Basta ver os jornais. Uns, oriundos de África; outros, naturais de cá. Só que muitos dos naturais de cá não são apanhados pela polícia. Não que eles não mereçam, mas parece que há uma “concordância”, ou lá o que é, que lhes dá absoluta impunidade… Mas também prometem milagres. Ou, pelo menos, não são capazes de afirmar peremptoriamente que… não há milagres. Adiante. Estou a desviar-me da conversa.

O que importa, neste caso, é que seria interessante as pessoas começarem a pensar um pouco e a fazer perguntas. Eu sei que dá trabalho e cansa os neurónios. Mas não seria má ideia… Por exemplo: perguntar como é que o “vidente” não “viu” que a polícia lhe iria bater à porta. Ou como é que as divindades não protegem os seus adoradores.

Os “videntes” existem. Ainda não vi nenhum, a abrir falência ou a procurar trabalho honesto. Pelo contrário, vivem sem grandes dificuldades. Graças à ignorância.

Mas a verdade é que as religiões também não abrem falência.

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PUBLICIDADE

28 05 2008

Bom.

Acontece que, muitas vezes, a nossa caixa de correio (electrónica ou não) é inundada por publicidade não desejada. Resultado: por norma, LIXO!!!

Mas quando se recebe publicidade DESTE TIPO, acho que o melhor é mesmo… observá-la atentamente.

NOTA: espere alguns segundos…





O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO

22 05 2008

Tenho recebido algumas mensagens electrónicas convidando-me a assinar  uma petição “online” contra o novo Acordo Ortográfico. Confesso que tenho reenviado todas as mensagens sem apor a  minha assinatura.  Reenvio, para não ser acusado de  boicotar uma iniciativa que (presumo) foi lançada na rede  com a melhor das intenções. Mas não assino por razões que passo a explicar - correndo, embora, o risco de parecer  contraditório , incongruente e/ou  incoerente.

Vamos a isso.

Desde logo, tenho sérias dúvidas de que este (ou qualquer outro) Governo  emende a mão  de uma decisão tomada pela maioria. Esses, sim, seriam incoerentes. Por isso, acho que petições e outros movimentos mais não servem do que para - como dizem os brasileiros - boi dormir.

Depois, acho que muito do barulho que se faz à volta do assunto não tem razão de ser e, além disso, denota uma certa hipocrisia e muito seguidismo.

A língua portuguesa não é uma língua estática. Pelo contrário, é uma língua extremamente dinâmica, o que significa que deve adaptar-se às exigências exógenas. Ainda não há muito tempo que, por exemplo, a palavra “embraiagem” era considerada um execrável galicismo, mas hoje está perfeitamente integrada no nosso léxico. Estou certo de que muitas das palavras inglesas que utilizamos na informática acabarão por se adaptar à nossa linguagem.

Além disso, as alterações ortográficas não são novidade, nem uma moda. Ainda não há assim muito tempo que se escrevia “hontem”, “pharmácia”, “telephone”, por exemplo. Por isso, não me parece assim tão grave que se passe a escrever ato em vez de acto, também por exemplo. Claro que os mais puristas poderão alegar que se confunde “ato” de atar com “ato” de acção (ação). Eu posso contrapor que, como há dias li num jornal (seja-me perdoado o plágio) todos os dias acordo a pensar no acordo. Palavras completamente diferentes, que se escrevem da mesma forma e se lêem de maneira distinta. Ainda não vi ninguém a escandalizar-se com o facto. Entretanto podem dizer-me o que está o “C” a fazer em “facto”.

Tudo bem. É discutível.

Só que me parece extrema hipocrisia a preocupação com estas minudências ao mesmo tempo que se permite a invasão de estrangeirismos - principalmente anglicismos na língua portuguesa. Quem acha bem chamar “shopping” a um corriqueiro centro comercial não tem o direito de berrar contra “ação” em vez de acção; quem não se incomoda que a publicidade televisiva insira frases estrangeiras nos seus anúncios (”I’m lovin’it”) não deve perder o sono com o medo de confundir um “fato” com roupa para homem.

Quer isso dizer que estou de acordo com o acordo? Nem por sombras. Principalmente pela forma como foi feito. Podem acusar-me de chauvinismo bacoco. Estejam à vontade. Mas uma coisa é a dinâmica da língua portuguesa; outra coisa são as bajulações. Se alguém tem de se aproximar da língua-mãe, são os filhos. Os países lusófonos aprenderam a falar português connosco; não têm que nos dar lições. Se eles decidiram alterar a língua que lhes foi ensinada, o problema é deles. Mas não me parece correcto que nós vamos atrás das alterações.





PARA MEDITAR…

9 05 2008

O Texto abaixo foi extraído de um fórum da Net que eu frequento.

Não faço comentários. Leiam, por favor.

Olá a todos?

Envio-vos uma carta escrita por um amigo meu que faleceu no mês passado.

Ele escreveu esta mensagem poucos dias antes de morrer e pediu para divulgá-la.

O texto é extenso, mas penso que vale a pena ler até ao fim.

Não é nada de novo, simplesmente aconteceu com um amigo.

Eu não o via há uns 7 anos e também nunca mais falei com ele. A realidade é que também nunca mais vou falar.

O Ricardo tinha 35 anos, morreu novo, a causa da morte foi a sua inconsciência.

Pediu para divulgar a mensagem aos seus amigos e aos amigos dos seus amigos.

Penso que é importante não deixarmos passar em branco.

Detalhes Adicionais

A TODOS OS MEUS AMIGOS
E AOS AMIGOS DOS MEUS AMIGOS

Chamo-me Ricardo Matos, tenho 35 anos e não sei se faço os 36!
Irónico? Não. Sou realista… e já vão perceber porquê.
Sou casado (em união de facto, o que para mim é a mesma coisa) há 6
anos. Um casamento feliz, vários desentendimentos ao longo deste tempo,
mas nada que possa ter posto em risco os sentimentos fortes e recíprocos
entre mim e a mulher da minha vida – a Paula. A prova está nos 2 seres
mais importantes do mundo para mim – os meus piolhinhos – Nádia e
André.

A Nádia nasceu 1 ano depois de nos juntarmos – veio alterar por completo
a nossa vida – os serões com os amigos passaram a ser em casa, o Bairro
Alto e o Lux passaram para 2º plano. Mas não fez mal, pois a nossa maior
alegria era partilhar todos os momentos com a nossa filhota. Cada gracinha,
cada progresso do seu crescimento tinha que ser vivido pelos 2, ou
sentiríamos inveja um do outro (no bom sentido).
Passaram 3 anos e nasceu o André. Espevitado e muito manhoso, sempre
foi um terror, desde o dia em que nasceu. Veio alegrar ainda mais a nossa
vida.
Antes de nascer o André, passei por um período complicado. Eu e a Paula
discutíamos muito, a gravidez dela foi complicada, ela passou muito mal, o
humor dela alterou-se completamente, teve algumas complicações e ficou
de baixa a partir do 4º mês de gravidez… e eu não tive paciência nem
coragem para a apoiar.


Eu e a Paula chegávamos a discutir sobre quem
deveria levar ou ir buscar a Nádia ao infantário. Eu achava que ela deveria
fazê-lo por estar em casa “sem fazer nada”, ela dizia-me com toda a razão
(hoje admito), que se estava de baixa, por algum motivo era. Não podia
fazer esforços nem pegar em pesos, mas eu, no meu mais puro egoísmo,
nunca parei para pensar. Eu não fui um bom marido, nem um bom pai,
optei pelo caminho mais fácil e refugiei-me nos meus amigos, na noite, nos
copos… O ambiente em casa ficou de cortar à faca, tudo era problema para
a Paula, em contrapartida, lá fora tudo era maravilhoso, não havia stress
com nada, eu era solicitado pelos meus amigos, ninguém fazia perguntas,
ninguém me criticava, tudo era perfeito!!!


Até que um dia, numa das minhas saídas nocturnas, conheci mais
profundamente uma das amigas da noite: o nome dela era Mónica, tinha 25
anos, não era propriamente bonita, mas era aquilo que se chama “um
chuchusinho”. Até esse dia, brincávamos um com o outro, provocávamonos
mutuamente, chegámos até a trocar uns beijinhos inocentes, nada de
importante. Mas nessa noite, foi diferente, eu tinha vontade de extravasar,
não me apetecia pensar na minha vida actual, naquele momento, rejeitei
completamente pensamentos sobre a minha vida, a minha mulher, a minha
filha… o meu filho que vinha a caminho. Acabei a noite num hotel, achando
que o meu acto era apenas um desabafo, pois se a minha vida estava
virada do avesso, que mal fazia tentar alegrar-me um pouco?!


Cheguei a casa à hora do almoço, deparei-me com a cara da minha mulher,
a cara de quem tinha passado a noite em branco, angustiada e triste. A
minha filha não entendia nada, apenas ficou feliz por ver o pai, sem
perceber porque é que ele passou a noite fora.
Desculpei-me com os copos, arranjei o álibi perfeito, disse que bebi demais,
não estava em condições de conduzir e fiquei a dormir no carro, juntamente
com um amigo.


Não sei se a Paula acreditou. Só sei que não disse mais nada. Eu senti-me
mal, mal por mentir, mal porque senti nojo de mim próprio, pelo que tinha
acabado de fazer. Uma noite perfeita acabou num peso brutal na minha
consciência. A Paula não merecia nada do que eu tinha feito.
O tempo foi passando, as mágoas foram-se atenuando, mas as coisas entre
mim e a Paula nunca mais foram as mesmas. Até que nasceu o André. Aí,
baixámos as armas por completo e prometemos um ao outro que nunca
mais íamos deixar as coisas chegar à exaustão.


Éramos uma família e
tínhamos que lutar por ela, por nós e principalmente pelos nossos filhotes.
Esqueci o assunto, “redimi-me dos meus pecados”, dedicando-me à minha
família. Mas sempre que me olhava ao espelho, sentia-me um cobarde pela
traição e por não ter assumido os meus actos. Mas também, isso poderia
estragar tudo. Era melhor ninguém saber de nada.
Há cerca de um ano atrás, a Paula foi ao médico, por causa de umas dores
que andava a sentir. Fez exames e detectaram que tinha quistos nos
ovários.


Teve que ser operada e para tal, foi submetida a uma série de
análises – prática comum antes de uma cirurgia. Entre as análises estava a
avaliação sobre o HIV. Qual o problema? Nenhum. Nunca poderia acusar
nada… mas acusou. A Paula estava infectada com o vírus da sida e a
tempestade caiu de novo nas nossas vidas.
Tive que admitir o meu erro e automaticamente, fiz também análises.
Estava também infectado, fui eu o causador de tudo, de certeza absoluta.
Lembrei-me da inconsciência daquela noite, de tudo o que fiz e do que não
fiz.


Como é que eu pude fazer o que fiz sem usar preservativo, com uma
pessoa que eu conhecia há tão pouco tempo. Mas tinha tão bom aspecto…
quem haveria de dizer…
Percebi também porque é que os antibióticos que andava a tomar não
faziam efeito como deviam.
Estraguei a minha vida, a vida da minha mulher, dos meus filhos, dos meus
pais, de toda a família. A Paula ficou portadora do vírus, por minha culpa. A
lição que aprendi, a um custo tão elevado foi que o amor vence tudo. A
Paula deu-me uma chapada psicológica que eu nunca vou esquecer.


Perdoou o que eu lhe fiz e tem-me proporcionado os melhores momentos
da minha vida.
Hoje, estou deitado numa cama, sem fazer esforços. Estou com uma
broncopneumonia grave, o meu organismo não responde aos tratamentos,
não sei quantos dias vou durar.
Se me safar desta vez, vou continuar a viver cada momento como se fosse
único.
Estou angustiado por não haver nada a fazer, pelas consequências do meu
acto inconsciente.
Quanto à minha amiga, a Mónica, perdi-lhe o rasto, tentei contactá-la logo
que aconteceu tudo, mas nunca atendeu. Será que sabia o que tinha?
Quantas mais pessoas teriam a mesma coisa? Estas são perguntas para as
quais nunca vou ter resposta.
Percebi a importância da vida, que, se tivesse uma 2ª oportunidade, nunca
desperdiçaria os melhores momentos, as gracinhas dos meus filhos, o amor
da minha mulher.
Porque escrevo?
Porque quero passar a mensagem a todos os meus amigos e a todos os
amigos dos meus amigos.
Eu não tive uma 2ª chance, não pude voltar atrás, estraguei tudo.
Por isso peço-vos:
Não desperdicem as oportunidades da vida.
Ponderem sobre o que é mais importante para vocês.


Quando “brincarem” com alguém, conhecido ou desconhecido, por mais
confiança que possam ter, protejam-se. O bom aspecto das pessoas não
indica se estão ou não contaminadas. Cuidado com as caras bonitas (isto é
válido também para as mulheres, claro).
Mesmo com protecção, façam o teste HIV, porque nunca se sabe.
Quando o fizerem, se estiverem a trair alguém como eu (custa muito
admitir, mas foi mesmo traição o que eu cometi), cuidado, pensem que não
podem estragar mais ainda a vida das pessoas.
Eu não consegui voltar atrás mas quero que o meu caso sirva de exemplo.
Não vou chegar aos 36 anos, vou deixar para trás uma história de vida
muito bonita, os meus filhos, a minha mulher, toda a minha vida.


Eles vão
ficar marcados para a vida toda, principalmente a Paula que tem a vida dela
estragada à custa da minha irresponsabilidade.
Peço que não escondam nada dos meus filhos, quero que lhes contem tudo
o que o pai fez, que lhes mostrem esta carta, quando puderem entender.
Perdi o rasto a muitos amigos de escola, da faculdade e de outros
andamentos. Por isso mesmo, quero pedir a quem tem esses contactos, que
forme uma corrente e mostre a minha mensagem.
O meu exemplo tem que servir para alguma coisa. Como não posso viver,
pelo menos a minha morte poderá evitar outras, assim o espero.


Às pessoas que me conhecem, provavelmente vão ler a mensagem depois
da minha morte: nunca tive inimigos por isso posso dizer que tive todo o
prazer em vos conhecer, em ser vosso colega, vosso amigo… não chorem a
minha morte, ou se chorarem, sorriam ao mesmo tempo e pensem que a
vida é maravilhosa, basta nós querermos.
Por último, peço a todos os que lerem a minha mensagem, que pensem
sobre o significado de curtir a vida.
Curtir a vida não é fazer o que eu fiz. Pensem muito nisso.
CURTAM, PROTEJAM-SE E VIVAM FELIZES!!!
Com saudades da vida
Ricardo Matos
Lisboa, 27 de Fevereiro de 2008




Padre Pinto e seu SHOW GAY na IGREJA

30 03 2008

A esta missa, eu vou.





O BEM E O MAL. BASICAMENTE…

12 03 2008

Filosofia da sanita.

Basicamente, o Bem e o Mal existem. Aliás, nem um poderia existir sem o outro. Com efeito o Mal só se compreende se houver o Bem para termo de comparação. E a inversa também é verdadeira.

De acordo com padres, pastores, rabinos, “ayatolahs”, “sheiks” e outros vendedores da banha da cobra, o Bem e todas as coisas boas foram criações de Deus, e o Mal e todas as coisas más são criações de Satanás. Por mero exemplo, apontam-se, tiradas da Bíblia, as seguintes coisas Boas, criações de Deus Nosso Senhor: as pragas do Egipto; as matanças dos primogénitos; o Dilúvio, etc. Já quanto a Satanás, parece não haver dúvidas de que foi o criador de tudo o que conduz ao pecado e ao Inferno: as mulheres boas como o milho, os bifes de picanha, as francesinhas, e por aí fora.

Pois é, mas não é assim. Na verdade, e contrariando todos os ensinamentos que nos têm sido fornecidos, o Mal foi inventado por Jeová. O primeiro acto mau de que fala a Bíblia foi decidido pelo dito “criador”, e nem sequer foi a morte de Abel, já que, nessa altura, ainda não tinha sido escrito o “Não matarás”. Logo, ainda não era proibido matar o irmão.

Repare-se: Adão e Eva estavam no Paraíso. Tudo era Bom, não Havia Mal. O jovem casal dispunha de tudo o que era necessário à sua sobrevivência e felicidade. Ou antes: de quase tudo. Porque: “Gen 2:17 - Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” Ou seja, só é proibido o que é Mau; e Mau era comer da árvore. E foi Deus que o determinou. Foi Deus que inventou o Mal, sem qualquer dúvida.

Resta-nos a consolação de saber que, apesar de tudo, e contrariando (mais uma vez) a decisão divina, Adão não morreu no dia em que comeu da árvore; ainda durou mais uns anitos…

Quanto a Eva, parece que ainda é viva, já que a Bíblia não fala na sua morte…





A IDADE NÃO PERDOA…

6 03 2008

Confesso que, apesar de não me considerar, propriamente, um velho (ainda não cheguei à chamada terceira idade - mas está quase..) já vou sentindo o peso dos anos. Por muito que me custe a aceitar o facto. Uma das dificuldades com que, diariamente, me defronto, é a luta com os nós dos atacadores dos sapatos. Não que me custe fazê-los; pelo contrário, até tenho uma certa facilidade. Mas desatá-los, meus amigos, é cá um problema!!! Isto porque, não sei se é da forma de andar, se é do comprimento dos atacadores, o que eu sei é que de cada vez que chego a casa depois de andar uns quilómetros - perdão! uns metros - passo um martírio terrível para desatar os nós dos atacadores: estão todos ensarilhados, é uma confusão que nem este Governo.
Mas estamos na época das novas tecnologias. De repente, a solução para o problema aparece através de uma mensagem amiga, no correio electrónico: a oração.
Eu sei que á quem não acredite; nem todos conseguem ver a Luz. Eu vejo-A!
Já a minha avó dizia que a fé é que nos salva. E é verdade, amigos.
Basta-me chegar ao computador, mandar a mensagem para oito amigos e… “voilá”: os nós desatam-se, por milagre. É só aguardar um bocado (depende do tráfego).
(Não sei se há uma senhora atadora de nós, mas que fazia jeito, lá isso fazia…)





À PROCURA DE DEUS

29 02 2008

Bento XVI pede que fiéis encontrem Deus

Este pedido do Papa levanta uma série de questões, a saber:

  1. Só encontra quem procura.
  2. Se Deus está em toda a parte, para quê procurá-lo?
  3. Pode considerar-se perdida uma coisa que toda a gente sabe onde está?
  4. Se não está em toda a parte e é preciso encontrá-lo, é porque não é Deus.
  5. Não se pode encontrar o que é invisível.
  6. Se é preciso procurá-lo, é melhor não avisar as autoridades; elas não foram muito felizes no “caso Maddie”.
  7. O Papa esqueceu-se do lugar onde o deixou?
  8. Se o Papa não sabe onde Deus está, como podem os fiéis saber?
  9. Há quanto tempo é que Deus desapareceu?
  10. Não estará a jogar às escondidas?
  11. Pode ser que regresse em breve… Para já, há que não perder a esperança.
  12. Vamos rezar para que nada lhe tenha acontecido.





ACHMED - O TERRORISTA MORTO

28 02 2008

Infelizmente, os homens-bomba suicidam-se porque julgam ir direitos para o Paraíso (seja lá isso o que for). Este terrorista revela TODA a verdade.
A não perder!!!





APELO DE UM ATEU: CONVERTAM-SE

23 02 2008

Depois de ter visto este filme, acreditem que estou a repensar seriamente a minha posição relativamente aos dogmas da fé. Por vezes, estamos tão cegos que não vemos a luz. Mas ela está aí, e serve para a nossa salvação.